A casa estava cheia e todos aguardavam, com grande expectativa, a entrada da “pequena Rita” no palco.
O momento chegou e o espectáculo começou com o som insinuante do baixo, como se se tratasse efectivamente de um convite irrecusável para entrar no Mundo Encantado da Rita Redshoes. Depressa se juntaram a guitarra, a bateria, as teclas e (maravilha, das maravilhas!) a voz da Rita.
Foi um espectáculo intimista, poético e fantástico, de uma das mais interessantes vozes do actual panorama musical português.
Nota-se nas composições desta talentosa artista a influência (que ela própria admite) de várias correntes: a música das décadas de 40 e 50, o pop dos anos 80 e até a música sinfónica. Esta particularidade confere a quem ouve as suas músicas uma doce sensação de familiaridade, mas também uma inten
Por outro lado, há que salientar um distinto (mas também fundamental) aspecto do espectáculo que nos ofereceram: a forma como toda a banda se ap
Efectivamente, o projecto da Rita Redshoes revelou-se um projecto muito bem idealizado e colocado em prática de uma forma extremamente profissional, o que nos leva a prever um futuro repleto de sucesso para o mesmo.
A maioria dos temas apresentados seguem uma toada leve, harmoniosa e suave, como as melodias das típicas caixinhas de música, mas também ouvimos uma singular valsa (o tema “Your waltz”) e algumas composições mais próximas do rock, como o tema “Love… Don’t you know what it is?”, tocado pela segund
Só em 2008 poderemos comprar o CD de estreia da Rita Redshoes e da sua banda. Enquanto esse momento não chega, deixo-vos o tema “Dream on girl”.
Fotografias: ©Nuno Abreu
Baixo, voz Nuno Simões
Bateria, voz Sérgio Nascimento
Guitarra, teclado, voz Filipe Monteiro












































