Renasço das profundezas da tua vozQue me murmura de há séculos atrás
A profecia do amor sobre as cinzas
Sobre o Tempo que se costura atrás dos corpos
E nos deixa à deriva sobre a realidade
E sempre que abro a minha alma
à chuva das tuas palavras
acredito no Mundo

Renasço, sim, ao sabor do teu beijo
Como quem acorda de um sonho de 100 anos
E que, por mais vezes que volte a acordar,
Encontra-te sempre ali ao meu lado.
Contra o peso do passado
Contra as pedras da memória
Contra a tempestade anónima que desfaz o corpo
Em fragmentos distantes de si mesmo

Gosto de te encontrar...
Sossegadamente, só, ao meu lado.
É simples, só têm de:



























