Dizem que não há duas sem três...é verdade! Três aniversários logo de seguida de, curiosamente, três grandes amigas (e madrinhas!) minhas! Sandra, ao longo destes vinte e tais anos, fomos edificando a nossa amizade, acima de todas as eventualidades da vida. Ainda bem que existes na minha vida...és uma grande pessoa, para além de uma grande amiga. Muitas felicidades e que a tua vida seja, toda ela, repleta de coisas boas. Muita luz no teu caminho...e muitos parabéns!sábado, 10 de outubro de 2009
9 de OUTUBRO - FELIZ ANIVERSÁRIO!
Dizem que não há duas sem três...é verdade! Três aniversários logo de seguida de, curiosamente, três grandes amigas (e madrinhas!) minhas! Sandra, ao longo destes vinte e tais anos, fomos edificando a nossa amizade, acima de todas as eventualidades da vida. Ainda bem que existes na minha vida...és uma grande pessoa, para além de uma grande amiga. Muitas felicidades e que a tua vida seja, toda ela, repleta de coisas boas. Muita luz no teu caminho...e muitos parabéns!domingo, 4 de outubro de 2009
FELIZ ANIVERSÁRIO!

...e se é este o mundo em que vivemos sabemos que o empurramos com o sonho. Moldamos, com as palavras as suas mais agrestes arestas e deixamos um pouco do nosso próprio coração a bater no centro do mundo...e cada um que habitar nele, mais do que o calor do sol, sentirá a própria energia da vida fluindo como um líquido a mais para além do sangue...
Tita: grande amiga e minha madrinha, por duas vezes (em dois momentos bem especiais!)...tu trazes essa energia dentro de ti...contagiante. Parabéns. Tudo de bom em todos os passos que deres. Estarei sempre "por aqui" para to dizer!
E até mais logo! ;)
sábado, 3 de outubro de 2009
morte em vida
Baralhei todas as letras num saco de papel ao qual peguei fogo 



sexta-feira, 2 de outubro de 2009
FELIZ ANIVERSÁRIO!
Bolas de sabão coloridas pingam dos bigodes felinos enquanto de uma pata à outra corre a vida, em novelo delicado de lã...passo a passo, não gatinham, mas andam, de fio em fio, ou de ano em ano, redescobrindo-se o sabor verdadeiro da amizade...quinta-feira, 1 de outubro de 2009
... na busca do dia perfeito perdi um dia quase inteiro, que é como quem diz quem perde a vida à procura de outra coisa ainda...certo que seja a vida, em si, uma caminhada e uma busca, sem mapa nem bússola incluídos, mas mais certo ainda será chegar ao seu final sem saber se valeu a pena gastar tantos passos e tantas palavras, soltos na solidão dos papéis que nos exigem... neste momento, parei apenas por aqui...Não deixem de prestar a devida atenção a este simples mas genial clip dos Coldplay!
sábado, 26 de setembro de 2009
...momento musical...pausa nas férias...
Tomem bem atenção a este clip dos Coldplay! Simples e genial!
domingo, 6 de setembro de 2009
Hollydays - 3º e 4º dias!
Não muito longe de Corrubedo, a paragem foi obrigatória no inefável Castro Barona.
Partindo do castro Barona, seguimos rumo a Santiago de Compostela, um local que estava prometido há muito tempo para o pessoal. A primeira impressão é de uma cidade muito confusa com o trânsito, especialmente próximo do centro histórico, sendo a corrida aos parques de estacionamento subterrâneos uma loucura, muito parecido quando os “tugas” vão aos fim-de-semana aos centro comerciais, dar a volta “saloia”. Deixando este pequeno problema, dirigimo-nos para o centro histórico.
A sensação de percorrer as ruas de Santiago é de uma cidade muito agitada, com muito turista, e de facto é fácil rendermo-nos à beleza inicial da cidade. Santiago de Compostela é um local de peregrinação, foi e é cruzado por gente de várias proveniências, o que lhe deu o carácter cosmopolita que ainda hoje mantém. A importância que adquiriu noutras épocas foi muito bem preservada.
Recomenda-se visitar a praça do Obradoiro. Uma das mais bonitas do mundo. No centro uma concha marca o km 0 de todas as rotas jacobeias, local onde todos os peregrinos se juntam antes de visitar a catedral. A grande desilusão de Santiago foi no interior da catedral, não pela sua esmagadora beleza, mas pelo número de pessoas, e o ruído era tal, que mais parecia uma feira. Embora em pano de fundo se conseguisse ouvir uma voz gravada, que falava três línguas, a pedir silencio no interior da catedral, mas era escusado. Este é um sinal de como o turismo “selvagem”permite à igreja e à própria cidade angariar muito lucro, sobrepondo-se a um local sagrado.
Em Santiago se tiverem fome e não tiverem dinheiro no bolso, recomenda-se a rua de San Francisco. Desde o início ao fim da rua existem várias lojas que vendem e promovem artigos típicos da doçaria, queijaria e licores da Galiza, em especial a deliciosa tarte de Santiago. Na porta de cada loja é oferecido, em especial aos transeuntes, amostras dessa doçaria Galega. Depois de percorrer a rua, praticamente tínhamos jantado.
Na cidade é importante referir a praça da Quintana que impressiona pelo espaço aberto e pela austeridade das paredes quase nuas dos edifícios que a compõem. Funciona como o pátio traseiro da imponente catedral e está dividida na Quintana dos Mortos, onde se encontra a Porta Santa e, em cima, a Quintana dos Vivos, com uma enorme escadaria que permite a realização de espectáculos ao ar livre.
Como a visita a Santiago de Compostela demora várias horas, este dia termina por aqui…mas é provável que uma nova visita se justifique para tentar percorrer a catedral com mais calma…e menos multidão.
No dia seguinte, decidimos acordar um pouco mais tarde visto que o percurso era curto. A direcção inicial foi o Lindoso, onde encontrámos delícias oferecidas pela natureza e moldadas gentilmente por fadas e duendes.
O destino neste dia era Castro Laboreiro mas decidimos penetrar um pouco na Galiza e visitar um antigo acampamento romano de Aquis Querquennis. Na antiguidade estava à beira da Via XVIII ou Via Nova entre Brácara (Braga) e Ásturica (Astorga). Possivelmente foi construído para a vigiar. Data-se entre o início da dinastia Flávia (69-96 d.C.) e o reinado de Antonino Pio (138-161 d.C.) A unidade que o ocupava era a “ Cohors I Gallica”, destacamento misto de infantaria a cavalaria.
O elemento de principal interesse é que metade do ano este acampamento encontra -se debaixo de água, apenas é possível a sua visita nas alturas mais secas, devido à construção de uma barragem que criou uma albufeira, submergindo por completo o acampamento.
Chegados a Castro Laboreiro, iniciámos a preparação para uma subida ao castelo; sinceramente não é fácil, mas chegados ao topo, todo o esforço é recompensado pela magia do campo de visão e pelo próprio local.
Na descida, já na aldeia, ainda parámos na única pastelaria existente em Castro Laboreiro para recuperar as forças e, ao mesmo tempo, a contemplar um cartaz a anunciar o melhor bacalhau com broa do mundo à porta da estalagem, mas ainda não eram horas de jantar. Fica para a próxima.
Na volta, em direcção a casa, ainda parámos na nossa Senhora da Peneda e no núcleo de antas do Mezio. Um conjunto representativo das tumulações pré-históricas sob montículo artificial ou mamoa, no concelho de Arcos de Valdevez.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
árvore sagrada
terça-feira, 25 de agosto de 2009
hollidays - 2ºdia!
O segundo dia rompeu claro, no entanto demasiado cedo para uns mais obstinados em abandonar o aconchego da cama. Entre actividades de higiene pessoal, mais ou menos longas, e outros afazeres, rematámos o pequeno-almoço com a especialidade de uma pastelaria local, a queijada de laranja, e partimos para terras galegas, em direcção ao Castro de San Cibran de Las, na província de Ourense.
Este castro, de grande dimensão e ainda em fase de escavações, fica situado num monte ermo a partir do qual se pode contemplar o imenso quadro de colinas e vales que o circundam. Sob o sol quente do meio-dia, vagueámos no povoado, entre as três muralhas defensivas, em troços de ruas empedradas onde outrora circularam os seus habitantes.
De San Cibran, seguimos para o Castro de Santomé, desta feita a escassos quilómetros da cidade de Ourense. Apesar da proximidade da civilização, este conjunto arqueológico de vestígios castrejos e romanos parece perdido no meio de um bosque silencioso e antigo. A sua localização e alguns pormenores da sua construção levaram-nos a classificá-lo como uma estância de férias para os mais abastados. Provavelmente com direito a banhos no recolhido riacho que ali passa.
Depois de um almoço de sandes e sumos, porque o tempo e os meios eram parcos para grandes repastos, seguimos rumo à Ribeira Sacra, região que se estende ao longo dos vales dos rios Minho e Sil e assim designada devido ao elevado número de igrejas e mosteiros que aí se estabeleceram durante a Idade Média. Antes de desembocar no Minho, o rio Sil flui encaixado num profundo vale de enormes paredes graníticas, estabelecendo a fronteira entre as províncias de Lugo e Ourense. Segundo a lenda, esta fractura na rocha conhecida como Canón do Sil não é mais do que uma ferida provocada na Galiza pela deusa Juno quando o seu marido, Júpiter, se enamorou da terra galega.
Uma vez no Mirador de Cabezoas e depois no mirador Balcones de Madrid, sustivemos a respiração perante a beleza deste cenário natural. Procurámos planos e perspectivas para a melhor foto; nenhuma fez justiça à sua monumentalidade.
Entre o primeiro e o segundo mirador, visitámos o Mosteiro Santa Cristina de Ribas do Sil, ponto de paragem obrigatória na rota da Ribeira Sacra. O mosteiro, quase em ruínas, construído nas escarpas do Sil entre a densa vegetação de castanheiros e carvalhos, concede ao lugar uma atmosfera mística de encanto único. Há quem diga que as suas árvores centenárias semi-ocas têm a propriedade de curar certas maleitas se nos colocarmos no seu interior. Não falta mesmo a árvore dos milagres, repleta de pedidos e oferendas dos visitantes. O nosso também lá ficou, numa folha de papel A7. Não propriamente um pedido, mas um testumunho da nossa passagem por ali.
Já no final da tarde, apressámo-nos para o município de Castro Caldelas. Não queríamos perder a visita ao castelo, uma fortaleza medieval construída sobre um castro celta. Das suas muralhas e torres contempla-se toda a vila, um vasto casario com bonitos telhados de ardósia.
Deixámos o castelo e aproveitámos a esplanada de um café ali perto para um pequeno lanche. Uma empregada simpática serviu-nos, por conta da casa, quatro pedaços de um bolo típico da região, a bica amantecada. Agora sim, estávamos prontos para o regresso.Não me lembro onde nem o que foi o nosso jantar neste dia. Não me lembro se foi nesta viagem de regresso a casa que enchemos a barriga com riso.
domingo, 23 de agosto de 2009
"some things cost more than you realize"
foto por TrixyPixie