Na noite de 16 de Março de 2010, à porta da Aula Magna (Lisboa), viam-se alguns cartazes com o pedido de compra de bilhetes para o concerto de FLORENCE AND THE MACHINE. Isto porque os bilhetes, desde há algum tempo, estavam esgotadíssimos nas bilheteiras. A Aula Magna estava repleta de um público essencialmente jovem, muitos estudantes universitários que se faziam acompanhar das suas pastas, malas e jantares improvisados de gomas e chocolates. Eram 21 horas quando começou a primeira parte com a banda britânica SIAN ALICE GROUP. São considerados uma banda de post rock, com bastantes laivos experimentalistas. Sem dúvida! E isso pôde ser constatado em palco. Estão formados desde 2006 e a frágil ,mas belíssima voz feminina, está a cargo de Sian Ahern.
Muito poder em palco, muito experimentalismo e sons que nos levavam a acompanhar o devaneio artístico desta banda. Entretanto, começamos a aperceber-nos de uma presença saltitante numa das laterais do palco: era a própria Florence e a sua banda, que assistiam à primeira parte, dançando freneticamente! No último tema de Sian Alice Group, Florence decide sair do seu lugar e acompanha Sian ao tambor, terminando num abraço entre as duas.
O público aplaudiu, em pé, Sian Alice Group. Após nova preparação do palco (introdução da harpa, das flores nos microfones e no tambor, colocação de três gaiolas que aprisionavam luzes no seu interior), entra a banda de Florence Welch, seguida da própria.
Uma presença frágil, descalça, de vaporosa mini túnica branca, que deixava Florence executar os seus descoordenados mas constantes e enérgicos passos de dança. Desde o primeiro tema até ao último (cantado no encore), a energia e potência da voz de Florence foi explorada ao máximo. Também foi constante a sua boa disposição, traduzida nas suas gargalhadas e saltos pelo palco, tal e qual como se fosse uma fada ou ninfa a passear pelos bosques. Florence "manipulou" (de um modo muito positivo) o público português, levando-o a fazer coreografias ousadas e verdadeiramente loucas, como se estivesse a satisfazer os seus caprichos. E Florence delirou com isso, afirmando que foi o melhor público da sua tournée pela Europa, sendo este mesmo público que encerrava, como se fosse chave de ouro, esta sua digressão.
Contra as regras institucionalizadas na Aula Magna, a vocalista queixou-se de que não estava habituada a ver o público assim tão compartimentado, nas suas cadeiras, mesmo que em pé. E pediu para o público dirigir-se todo para a beira do palco. Que todos os que estavam no anfiteatro saltassem o balcão e viessem para baixo. Incrédula, a assistência, olhava de uns para os outros...até que, para desespero dos seguranças, os membros do público começaram a saltar de cadeiras em cadeiras, pelos corredores, e sobre o balcão e condensou-se tudo à beira do palco.
Foi impressionante ver a massa gigantesca a mover-se daquela forma, submetida à vontade simpática daquela cantora, que fazia tudo o que queria com o seu público. Florence estava em casa.
E foi deste modo que apresentou o seu único álbum: "Lungs". Vale a pena conhecer. Tem temas excelentes, muito animados, com letras inteligentes e divertidas, ao mesmo tempo que nos oferece a voz potente de Florence Welch. O sítio desta banda no MySpace: www.myspace.com/florenceandthemachine
Ficou provado que FLORENCE AND THE MACHINE é uma grande banda para animar um festival de Verão...a ver se regressam!
Ficou provado que FLORENCE AND THE MACHINE é uma grande banda para animar um festival de Verão...a ver se regressam!


























O objectivo verdadeiro da missão estende-se a uma empresa privada terráquea, que pretende extrair um minério poderoso, de modo a fazer fortuna na Terra. Altos valores e e defeitos humanos vão estar em destaque: o respeito pela Natureza (fauna, flora) versus a desmesurada ambição humana (que pode levar à destruição de um planeta). Portanto, a mensagem ecológica é clara, a acção do filme não é inovadora mas as técnicas de filmagem são fabulosas. A não perder em 3D! (P.S.: É aconselhável não escutar a música final do genérico a ouvidos mais sensíveis a músicas lamechas do género Céline Dion...um ponto negativo, James Cameron!)
Um conto de ficção científica, e terror, que nos pinta um ambiente escuro, claustrofóbico e assustador (em jeito de “novo Alien”) dentro de uma nave (Elysium), em direcção a um novo planeta com condições semelhantes ao planeta Terra: Tanis. A humanidade abandona a Terra, após milénios de degradação e exploração exarcebada do planeta. Após uma viagem de cento e tal anos, em que a tripulação está mantida num sono criogénico, dois tripulantes acordam, sem terem lembranças de nada. A acção centra-se na sobrevivência e na composição do puzzle que os poderá orientar sobre a verdadeiro destino da nave, ao mesmo tempo que têm de ser capazes de sobreviver perante as novas adversidades que foram nascendo ao longo desses anos no interior da nave: uma nova espécie mortal. Ninguém está sozinho… e a realidade é sempre mais do que as aparências revelam. Muito bom. Mais uma chamada de atenção ao que se anda a fazer ao nosso planeta!!

