Deus veste as asas de um anjo qualquer
Deixa a sua casa abandonada
Mas quem entra não vê nada
Para além da cegueira terrestre
As preces são outra forma de ilusão
De quem tenta superar a Vida
E quando o Anjo bate à porta
Da alma de cada um
Vestimo-la da cor que queremos
O meu Anjo Negro
Ao esquecer as chaves em casa
Visitou-me nesse altar.
Era eu quem estava a pecar:
Deus e o Diabo no mesmo rosto.
Deixa a sua casa abandonada
Mas quem entra não vê nada
Para além da cegueira terrestre
As preces são outra forma de ilusão
De quem tenta superar a Vida
E quando o Anjo bate à porta
Da alma de cada um
Vestimo-la da cor que queremos
O meu Anjo Negro
Ao esquecer as chaves em casa
Visitou-me nesse altar.
Era eu quem estava a pecar:
Deus e o Diabo no mesmo rosto.













O objectivo verdadeiro da missão estende-se a uma empresa privada terráquea, que pretende extrair um minério poderoso, de modo a fazer fortuna na Terra. Altos valores e e defeitos humanos vão estar em destaque: o respeito pela Natureza (fauna, flora) versus a desmesurada ambição humana (que pode levar à destruição de um planeta). Portanto, a mensagem ecológica é clara, a acção do filme não é inovadora mas as técnicas de filmagem são fabulosas. A não perder em 3D! (P.S.: É aconselhável não escutar a música final do genérico a ouvidos mais sensíveis a músicas lamechas do género Céline Dion...um ponto negativo, James Cameron!)
Um conto de ficção científica, e terror, que nos pinta um ambiente escuro, claustrofóbico e assustador (em jeito de “novo Alien”) dentro de uma nave (Elysium), em direcção a um novo planeta com condições semelhantes ao planeta Terra: Tanis. A humanidade abandona a Terra, após milénios de degradação e exploração exarcebada do planeta. Após uma viagem de cento e tal anos, em que a tripulação está mantida num sono criogénico, dois tripulantes acordam, sem terem lembranças de nada. A acção centra-se na sobrevivência e na composição do puzzle que os poderá orientar sobre a verdadeiro destino da nave, ao mesmo tempo que têm de ser capazes de sobreviver perante as novas adversidades que foram nascendo ao longo desses anos no interior da nave: uma nova espécie mortal. Ninguém está sozinho… e a realidade é sempre mais do que as aparências revelam. Muito bom. Mais uma chamada de atenção ao que se anda a fazer ao nosso planeta!!









