"And I find it kind of funny/ I find it kind of sad /The dreams in which I'm dying/ are the best I've ever had..."
E NÃO É?!
"And I find it kind of funny/ I find it kind of sad /The dreams in which I'm dying/ are the best I've ever had..."
E NÃO É?!
O sorteio para a TROCA MUSICAL foi feito ( nomes escritos em papelinhos dobrados e agrupados aos pares). Agora, já sabem:1) Contactem com os vossos pares, de modo a trocar moradas, eventuais datas para envio, outras coisas;
2) Comecem a fazer a vossa compilação musical, a capa para o cd e quando tiverem tudo pronto, é só juntar um "miminho da Páscoa" e enviar!
RESULTADOS:
a) Luísa + Matchbox32;
d) Joana Carmo + Daniela;
Inspirem-se e surpreendam!
Olho o tempo lá fora, que é o mesmo de ontem e anteontem, e relembro o rótulo que lhe foi dado: Primavera e Dia da Árvore ( a "minha" concepção de árvore, neste momento, é a da foto que está no post anterior!). Claro está que todos os dias são dias... e como HOJE, em especial, a Primavera não mora dentro de mim, não vou fazer uma crónica de costumes sobre estas datas. Mas bem que mereciam. A concepção do Tempo muda de povo para povo, de época para época, de um modo natural ou, muitas vezes, imposto. Eu prefiro recordar que hoje é o Equinócio da Primavera e que, para a cultura celta, isso significa OSTARA ( a Festa da Fertilidade. O nome vem da homeangem à Deusa Oster, cujo símbolo é o coelho...não vos lembra nada, tipo...Páscoa?!). A noite e o dia, pela primeira vez no ano, são iguais e isto podia ser traduzido por uma aspiração ao equilíbrio e à harmonia. "...a terra está pronta para ser plantada. É quando os Deus e Deusa se apaixonam, e deixam de ser mãe e filho. Nessa data, a semente da vida é semeada no ventre da Deusa, a Donzela revigorada e cheia de vida e alegria.
Mas hoje também é dia de aniversários. A minha "afilhada" virtual de blog, a Ana Paula, faz anos. Não podia deixar de lhe dedicar votos de um dia muito FELIZ, repleto de muitas coisas boas. Como é época de tal, desejo-te muita harmonia e muito equilíbrio: alicerces essenciais para se consolidar tudo de bom que ganhamos vida fora.
...e como hoje é DIA DA POESIA...passem por Ourém (na Biblioteca Municipal),para dar os vossos CONtributos, em homenagem a Edgar Allan Poe (bicentenário do nascimento do autor americano) e assistir a uma tarde de poesia, na companhia da poetisa e amiga Carmen Zita Ferreira (visitem o blog: Quarto que Sente!), pelas 15:30h, numa tertúlia que promete ser bem passada. E já agora, "espreitem aqui esta deliciosa curta-metragem "TIM BURTON'S VINCENT featuring Edgar Allan Poe's, The Raven".
(in Deuses e Rituais Iniciáticos da Antiga Lusitânia, de Gilberto de Lascariz. Zéfiro.)
Vim em resposta ao desafio de leitura proposto pelo matchbox32. Aqui fica um dos meus excertos preferidos, do livro que estou a ler...ou melhor, mais significativo. Tal como ele fez, passo este desafio para todos os que aqui vierem visitar a Teia. Peguem nos livros que estão a ler e transcrevam um dos vossos excertos preferidos.
da pedra talho a tua imagem
Nós emolduramos os sentimentos e o dia-a-dia com o peso das nossas palavras e deixamo-las por aqui e por aí, ao sabor dos olhos que as interpretam e as degustam… mas tantas e tantas vezes, ao sabor da banda sonora que lhes oferecemos.
O “desafio” ou a “Troca de Páscoa" que eu sugiro aqui entre os fios desta Teia é uma TROCA MUSICAL. Nós já trocamos marcadores, com e sem regras. E recebemos belíssimas obras de arte (em forma e conteúdo) de uns e de outros, aqui no meio virtual. O que a Teia propõe, desta vez, é MÚSICA!
As inscrições estão abertas…quem quer começar?!
"O Centro Comercial Colombo não é uma construção tão recente quanto parece. Na verdade, naquele espaço existiu uma grande prisão de Lisboa. Até final dos anos 70 era para ali que iam todos os detidos na Grande Lisboa. A prisão era do exacto tamanho do centro comercial, tanto assim que, no projecto de reconstrução, foi possível manter a estrutura original. Nada tema, caro turista, hoje em dia o espaço é muito agradável para fazer compras."
Subindo em direcção à fronteira parámos na cidade fortificada de Monção na margem do rio Minho, cenário de muitas batalhas entre os reinos de Portugal e de Castela.
Antes de entrar em território Galego ainda tivemos tempo para visitar alguns locais que antecipadamente planeamos. Embora ainda tivessemos perdido imenso tempo num engarrafamento “animal”, em direcção ao castro de São Caetano.
Tal como sucede nos demais povoados fortificados construídos durante a Idade do Ferro no Noroeste peninsular, o "Castro de São Caetano" ergue-se de forma destacada no cume de uma colina sobranceira ao rib.º de Silvas, no "Lugar de Outeiro", de onde se avista um largo tramo do rio Minho.
Não muito longe deste castro podemos também visitar o castro da nossa Senhora da Assunção. No topo do Monte da Assunção o visitante pode apreciar a paisagem sobre o vale do rio Minho, a Norte, e do rio Mouro, a Este. Pode também observar outros castros como o da Sra. da Graça, Sra. da Vista e mesmo S. Caetano, que no seu conjunto controlavam o curso do Rio Minho e dos seus principais afluentes. É importante referir que neste local foi feito um hiato na viagem para almoçar…e que almoço com esta paisagem. Mais uma vez um local devotado ao abandono, com a vegetação a cobrir as ruínas e de novo outra igreja e cruzeiros a tentar “santificar” nesciamente um local de forte presença pagã.
Como ainda nos restava algum tempo, decidimos visitar a aldeia quase perdida na serra da Peneda, Castro Laboreiro, particularmente o seu castelo que foi mandado edificar por D. Dinis e infelizmente, arruinado e parcialmente desmontado no século XIX. Mas mesmo assim vale a pena a sua visita. Não podemos esquecer de mencionar o cheirinho a comida da boa que povoava a aldeia, em especial o pão de broa de milho a chamar a atenção.
Com o sol em direcção descendente fomos então ao território Galego. As coincidências que existem entre este território autónomo de Espanha e o Norte de Portugal, não nos surpreendem devido, essencialmente, às afinidades culturais e linguísticas. De facto não se verifica qualquer diferença, entre os tradicionalismos galaico e luso, sobretudo na zona minhota, que fazia parte da Galécia Romana. A direcção da viagem era o monumental Castro de San Cibrao De Las, em San Amaro, perto da cidade de Ourense.
Implatado num ligar dominante, este castro é representativo dos grandes povoados da ultima fase da cultura castreja. Foi iniciado a sua construção do primeiro sec. I A.C. e abandonado no sec II D.C. Nesta etapa alguns castros alcançaram um enorme desenvolvimento urbanístico com a chegado dos romanos, de tal modo que muitos eram uma espécie de cidade e de lugares centrais de um lugar amplo (qualidade de distrito).
Um desses lugares centrais era A Cidade de San Cibrao de Lás, conhecida nesse tempo como Lansbricae. Esta informação foi encontrada por arqueólogos numa ara romana e assim era conhecido o nome deste enorme assentamento. Existe também um outro pormenor curioso neste castro, segundo vários autores existe gravado numa pedra algures no castro uma inscrição clara e concisa: IOVI, que faz sem duvida referência ao Deus greco-romano Júpiter, quem se dedicou a construção deste monumento grandioso. Mas infelizmente a procura dessa tal inscrição não deu bons resultados…fica para uma próxima tentativa, e com o Sol a esconder-se por detrás da montanha, estava na hora de regressar a Portugal.