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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

...todas as letras escritas e colapsadas no altar onde se queima o coração poisam em forma de cinza nas nossas almas, e delas é o Dia do outro Dia, daquele que tem raízes na precocidade de o ser antes de Ser… e o existir veste o amanhã como forma imaterial e plástica, onde o Tempo não tem esqueleto que articule logicamente todas as peças de cada corpo…porque cada uma dessas peças se fundem, não só nesse devir, como também se se tratassem de um único e mesmo ser.


5 comentários:

Porcelain Lenita disse...

Seres que são e que existem antes de ser são seres que fundem as peças soltas de si mesmos, com ajuda do devir e constroem novos seres, novos dias, novos devires... passam a ser um único e novo ser esquecido do ser que foi antes de ser...

O coração nunca se queima; ou seria como a esperança que se esfuma e a vida pararia de existir, o mundo inteiro cessaria de funcionar, o planeta pararia de rodar e nós... frágeis inocentes e ignorantes cairíamos dele a baixo, afogar-nos-íamos num mundo de vacuidade e de nada...

É das cinzas o dia do outro dia; é delas que se renasce, só delas se pode verdadeiramente renascer... :)

su disse...

...mas por mais que o mundo inteiro continue a rodar (e roda mesmo que fiquemos sem o coração)...continuamos a ser o grão de areia na frincha de uma raíz de pequeno arbusto na imensidão deste Planeta e deste Tempo...perdidos uns mais do que outros. Que tentam adquirir alguma importância na fusão.

Teté disse...

Daí às vezes ser difícil traduzir em palavras as emoções... :)

Beijocas, Su!

Porcelain Lenita disse...

Só que somos muitos grãos de areia juntos... parecem estar separados, mas existem forças que os unem!! Estamos unidos até ao que não vemos...

Porcelain Lenita disse...

A fusão... é como a aprendizagem, que é recordar aquilo que já sabemos! ;) Estamos fundidos e é a ilusão de estarmos separados que nos dá a ilusão de nos fundirmos...